Ilha da Boavista


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Ilha das dunas e da morna, paradisíaca e tropical, de beleza singular, onde o rei é o extenso areal que beija o mar azul-esverdeado, de águas tépidas durante todo o ano.

IlhaBoavista

De grandes potencialidades para a prática de desportos náuticos, as praias da Boavista são consideradas das melhores do mundo. Delas destaca-se a do Curralinho ao sul da ilha, também conhecida por Santa Mónica por se assemelhar à de mesmo nome nos Estados Unidos da América. Com uma extensão de quase 10 kms., é apenas uma das muitas praias que se podem escolher, todas elas num isolamento próprio de locais ainda virgens, onde a marca do Homem não é visível. O desfrute é pleno de sensações agradavelmente novas.

       

O isolamento deste paraíso agri-doce terá, por certo, contribuído para a inspiração que levou ao nascimento de muitos dos músicos cabo-verdianos, passando a ilha a ser conhecida por "viveiro dos músicos". A morna, expressão máxima da música nacional, nasceu aqui. Serenatas e tocatinas são uma componente primordial na vivência deste povo acolhedor e simpático, cheio de "morabeza".
Em passeio pela ilha, na vila de Sal Rei deparam-se-nos evidentes sinais de um passado rico, onde a arquitectura europeia se impôs. Os vestígios das salinas do séc. XVII, fonte principal da economia da época, traduzem também o período áureo que a ilha atingiu no passado. Defronte à vila podemos admirar as ruínas do antigo forte Duque de Bragança que descansa sobre um pequeno ilhéu, banhado por águas ricas em fauna marinha e vistas subaquáticas muito apreciadas pelos mergulhadores.
Um pequeno cemitério judeu, junto a um novíssimo Hotel da praia de Cruz, é uma preciosa relíquia, testemunho da comunidade judia que por aqui se radicou.

IgrejaBoavista

Em Rabil, a povoação mais próxima do aeroporto e antiga sede do concelho, pode ser admirada a antiga Igreja Matriz de S. Roque, a mais antiga da ilha, construída em 1801. Como curiosidade sublinhe-se que Rabil é também o nome pelo qual é conhecida nesta ilha a Fragata, ave marinha característica do arquipélago e em vias de extinção.
Também motivo de visita neste local é a fábrica-escola de cerâmica onde se pretende preservar as conhecidas peças de cunho próprio, cuja feitura utiliza métodos de raíz marcadamente africana.
Entre esta povoação e Estância de Baixo encontra-se um vasto vale rico em vegetação onde predominam os coqueiros e as tamareiras. Contrastando com o resto da ilha, a paisagem desta zona deve-se à existência de uma vasta bacia hidrográfica, considerada como uma das maiores de Cabo Verde, mesmo que a água não corra senão em curtos períodos da época das chuvas.
Porém, as povoações mais pitorescas são as localidades agrícolas do norte. Cabeça dos Tarafes, Fundo de Figueiras e João Galego. A gastronomia desta ilha está intimamente ligada à actividade principal da população, a pesca, facto que se traduz nos maravilhosos pratos típicos à base de peixe e marisco frescos, convidativos de um grande manjar. Boavista é, na essência, uma ilha de gente calorosa que sabe receber quem pretende viver ali uma temporada de descoberta e descanso.